O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), por meio de sua superintendência em Rondônia, acompanha a situação em que se encontram a Comunidade Quilombola Forte Príncipe da Beira e o Forte Príncipe da Beira, que estão em estado de emergência devido às queimadas que acontecem em seu entorno, no município de Costa Marques (RO).
Desde a tarde de sábado (14/9), o fogo tem consumido os roçados e plantações dos moradores da comunidade, que não têm medido esforços para controlar a situação por conta própria. Já na madrugada do domingo (15/9), o Iphan recebeu informações atualizadas de como a Comunidade está e tem articulado, com IBAMA, ICMBio, MPF, Exército, Corpo de Bombeiros, pesquisadores parceiros, professores de universidade e defensores do Patrimônio, o envio de ajuda para a cidade.
Ativo na preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro, o Instituto tem tratado com prioridade a segurança, a defesa e a proteção da Comunidade Quilombola, assim como do Forte, bem cultural tombado em 1950.

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